Códigos, abraços frios...

domingo, 4 de abril de 2010

Passei toda a minha vida temendo
Temendo a solidão
Quando senti seu frio abraço
Descobri que medo não passa de uma pequena repulsa
Uma fuga do incerto acaso

Caí no acaso com peito aberto
Não há nada a temer
Há o inevitável
O fim
Não deve-se temer o fim


É ruim, faz bem
Solidão é mal necessário
Ou mesmo um bem mal interpretado


Células se comunicam tão pouco
De modo tão simples
Estão ligadas, próximas

Por que os humanos, pequenas células do universo...
Não se unem com seus variados e complexos códigos? Palavras? Atos?


Felizes são as amebas

2 comentários:

Mrs. Doll disse...

Nham... .-. pois é! o ser humano gosta de complicar as coisas...
E, convenhamos, cabe a nós, que vemos isso à nossa forma, tentar melhorar o mundo, simplificá-lo! :3
Vamos? *estende a mão*

Crow disse...

Vamos o/

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