Caminho

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Caído no mar da infinita noite negra, me aprofundando mais e mais na trevas da solidão e do esquecimento.
Pequeno preço.
Não me fale dos perigos por já os conheço e vivencio.
Sofro liberando sussurros escritos.
Sussurros perdidos.
No espelho não me reconheço.
Abandonei o corpo para viver contigo em espírito.
Carne amaldiçoada.
Dê-me a liberdade do espírito que vaga livremente e encontra seu caminho.
Se você não é meu caminho creio que não há outro.
Chega o fim da linha.
Ou seria propício voltar toda essa estrada para encontrar algum desvio?
Quem sabe?

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