Dúvida

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Mais uma vez inconstante assim como a força das ondas do mar permanece minha força de vontade. Assim como as ondas que são quebradas por diversos tipos de barreiras de coral, eu encontro minhas próprias. Medo, imprevistos, revoltas, tristeza e fraqueza.
Mesmo que eu supere todos os problemas você será capaz de perceber a verdade em minhas palavras?
Estarei fadado à solidão ou a um caminho oposto?
Por que os sentimentos que mesmo complexos sozinhos insistem em se mesclar a outros para aumentar a dúvida?
Por que simplesmente ignora minhas palavras mesmo lendo cada uma delas? Não é mais fácil dar uma resposta do que se esconder atrás de nosso medo em comum?
Amor, ah o amor, envenene-me e me liberte dessas trevas.
Leve-me do sofrimento para a paz dos teus braços ou o fogo da danação, pois até o nada machuca a alma.

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